E o amor próprio, cadê?

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Um pouco cansada de ler a palavra “amor” apenas em romances, textos filosóficos de blogs e aplicativos de relacionamentos, entrei numa livraria e perguntei para o vendedor se ele conhecia algum livro que tratasse desse tema de uma forma mais científica.

Ele logo me recomendou o livro “Amor, 2.0 – A Ciência através dos relacionamentos”. Já aproveito esse parágrafo pra deixar aqui a minha recomendação: leia esse livro! É maravilhoso.

 Hoje não vou entrar muito a fundo nos detalhes que o livro aborda – até porque não quero dar spoilers. No geral, ele é dividido em duas partes: a primeira fala um pouco sobre como esse sentimento vai se estabelecendo e se desenvolvendo fisicamente entre pessoas – têm toda uma explicação científica sobre o que acontece no nosso corpo quando estamos experimentando momentos de amor, entre outras curiosidades muito interessantes – e na segunda parte, ele propõe alguns exercícios práticos para que a gente possa desenvolver mais momentos de amor em nossas vidas e proporcionar amor às outras pessoas.

Fiz um vídeo falando mais sobre esse livro, vem ver aqui! <3 

Em dado momento, o livro fala um pouco sobre amor próprio. Sobre como é impossível criar conexões amorosas com outras pessoas, se não estamos conectadas a nós mesmas e se o nosso amor próprio não está sólido o suficiente para que a gente crie momentos de amor com os outros.

Em contrapartida, o livro destaca que estamos confundindo o conceito de amor-próprio com egoísmo, com voltar a atenção somente para si. Hoje podemos encontrar muitos textos por aí com dicas para ter mais autoestima, mas muitos deles perdem um pouco a mãozinha e chegam em uma linha de pensamento muito individualista.

 É preciso ter uma certa delicadeza para falar com o nosso interior. Amor próprio tem mais a ver com reconhecer seus feitos com leveza e ser menos exigente consigo mesma, e menos a ver com esse conceito de independência, de colocar banca – que pode nos atrapalhar na hora de criar conexões profundas com as pessoas.

E como praticar atitudes que fortalecem o amor próprio? O livro dá uma dica de ouro: O primeiro passo é parar de dar ouvidos às nossas vozes limitadoras internas. Sabe quando você dá uma bola fora e logo pensa “Nossa, como sou burra!”? Experimente trocar esse pensamento por “Sou humana, posso errar, acontece né?”.

Uma outra dica é não se comparar com as outras pessoas. Pesquisas já provaram que todos os seres humanos experimentam, já experimentaram ou ainda vão experimentar momentos de inveja. Não adianta: quando a miga tá com a pele mais bonita que a sua é natural você sentir que você não é agraciada pela natureza, pela genética ou pelo dinheiro, haha. Mas lembra da dica anterior? Não trate a si mesma com dureza e não se compare com as outras pessoas. Cada uma tem suas batalhas, tão importantes quanto às suas.

E não custa enaltecer o básico: cuide de você! Cuide do seu cabelo, da sua pele, do seu corpo, do seu espírito, da sua mente! Faça o que tiver que fazer pra se sentir bem, seja tomar um suco de couve pela manhã ou se acabar na pipoca de cinema no sábado à noite.

Falo muito lá no meu canal sobre essas coisinhas pequenas que podemos fazer na rotina pra aumentar o nosso carinho por nós mesmas e fiz um vídeo no evento da GLAMBOX, lá no Jacques Janine, onde ganhei hidratação no cabelo, massagem e produtos incríveis. Um combo de relaxamento e beleza que me fez sentir ainda mais maravilhosa comigo mesma. Vem dar esse passeio comigo!

 


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Como finalmente parar de se importar com a opinião dos outros?

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É possível que ao longo desses dois anos de blog eu já tenha escrito algo sobre esse assunto mas não lembro. Tô ficando meio gagá! E na verdade, acho que esse é o primeiro passo para parar de se importar com a opinião dos outros. Mas vamos falar melhor sobre isso.

No meio de uma geração que TOMBA AND LACRA, eu continuo seguindo um pouco insegura. Com muitas coisas. Tenho 26-quase-27-anos e menos certezas sobre como conduzo a minha vida do que gostaria de ter. Em todos os aspectos: trabalho, dinheiro, relacionamentos, eu mesma – essa última a mais difícil de lidar.

E aí com o blog e com o meu conteúdo aqui e no canal acabei conhecendo muitas meninas, algumas mais velhas, outras que regulam com a minha idade, e ainda as muito mais novas. 10 anos mais novas que eu. E CARA, como as coisas são ainda mais difíceis pra elas que me mandam mensagens desabafando sobre suas crises – as mesmas que eu tinha com 16 anos.

– “O que vão pensar de mim?” – e nesse “vão” podemos considerar amigos, não-amigos, pais, familiares, namorados, namoradas, professores, animais de estimação, chefes, peguetes, extraterrestres, sociedade no geral.

E essa perguntinha tão curta, 6 palavrinhas simples, nenhuma proparoxítona esdrúxula, nenhum termo técnico, ou algum dado do IBGE, é o estopim das crises. A mãe de todas as crises. Porque ela pode desmembrar em ansiedade, baixa auto-estima, doenças – de gripes à depressões – entre outros problemas sérios que paralisam injustamente a nossa vida.

E aí me passou pela cabeça o quanto o fato de a minha pele ficar levemente mais flacidinha a cada dia que passa está diretamente relacionado ao quanto eu consigo me importar menos com o que as pessoas pensam de mim. Não sei se essa frase ficou clara, mas resumindo:

Como parar de se importar com a opinião dos outros?

Envelhecendo.

Porque além das vivências e do que vamos aprendendo com erros e acertos durante a vida, quando se tem 26 anos, por exemplo, você já não tem mais tanto tempo-espaço pra surtar internamente como quando você tinha 16. Você percebe que algumas coisas têm que ser resolvidas de alguma forma, e que bem, a única pessoa que vai poder resolver essas 1000 TR3T4S é você.

Não tô dizendo que uma pessoa de 30, 40, 50, 100 anos não vai ter crises. Claro que vai. Mas acredito que as crises vão perdendo espaço pra crescer ao longo das nossas vidas. O relógio vai batendo, as coisas acontecem com ou sem o nosso consentimento, fios brancos crescem e não dá mais pra ficar analisando como cada pessoa está sendo impactada pela determinada imagem que você está projetando naquele momento. Simplesmente..

NÃO

MAIS

TEMPO!

Porque você acha que os velhinhos são tão descarados? Falam palavrão, chingam, fazem o que querem, falam mal de uma pessoa na frente dela? hahaha (tô rindo mas é de nervoso!)

Porque o envelhecimento é o suprassumo da existência!

E esse conceito deveria ser mais aproveitado em campanhas de cosméticos e cerveja, eu acho. #Ficadica

– BY THE WAY –

Esses dias dei um rolê na Liberdade e falei um pouco sobre liberdade, haha, dando uma pinceladinha de leve no assunto desse post. Vem comigo?


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Uma Gin Tônica & um conselho!

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Vídeo extra dessa semana, sobre sair da zona de conforto e experimentar coisas novas:

“Fazer sempre a mesma coisa, do mesmo jeito com medo de mudar pode dar mais trabalho pra cabeça do que simplesmente experimentar coisas novas!”

Tudo isso no lindo G&T Bar, na Rua Peixoto Gomide, 1679.

Vem conhecer mais da cidade e tomar uns drinks comigo!


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TAG: O que tem na minha bolsa?

OLÁ MENIIIIINAS!

Hoje vou responder a TAG “O que tem na minha bolsa?” – lembrando que eu moro em São Paulo e aqui a gente tem que andar preparada, né?

Então levo algumas coisinhas essenciais, tipo mixer pra misturar meus drinks, bolhinhas de sabão pra espantar boy chato, entre outras preciosidades.

Também vou mostrar um pouquinho de um dos lugares que mais adoro ficar, o CCSP – Centro Cultural São Paulo na Rua Vergueiro.

Bora pra mais um rolê?

 

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