10 marcas alternativas de roupas e acessórios pra ficar de olho no Instagram

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Quem tá sempre acompanhando o blog e o canal sabe a quedinha que eu tenho pelo tema consumo consciente. Se você ainda tá meio por fora desse assunto, comece lendo esse texto aqui.

No vídeo da semana passada, falei um pouco sobre a importância do consumo consciente e mostrei algumas marcas alternativas de roupas e acessórios que encontrei aqui em São Paulo (na loja Fábrica Augusta e num evento que teve na MECA Spot). Tenho em mente que precisamos nos livrar do fast fashion, dessas lojas gigantes de departamento que têm fábricas com péssimas condições e escravizam seus funcionários, e podemos começar buscando novas formas de consumo através de marcas alternativas e artesanais.

Pensando nisso, pedi pra que vocês mandassem lá no inbox do Insta (@vamospravenus) indicações de marcas alternativas que vocês gostam e recebi alguns nomes de lojinhas bacanas que estão crescendo e se destacando nas redes sociais (e fazem vendas online). Separei 10 delas pra vocês fuxicarem mais:

 

1. Ziovara

 

2. LaLaLand

 

3. Cali Store

Sandália Matsui 💘 www.calistore.com.br

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4. Pelican Fly

 

5. Yellow Factory

LET'S DREAM ~ nova coleção ~ www.lojayf.com

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6. Joulik

Última peça | Tam M ⚡ Via whats, porque não deu nem tempo de chegar na loja virtual! R$319,00 💕 Corre, corre! #joulik

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7. Wear Ever 

Look lindinho pra quem ama brilhar e continuar confortável 🖤🌸✨

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8. Sou Manacá

(c)alma nesse quinta-feira, amanha já é sexta ❣️#soumanaca

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9. Petite Jolie

 

10. Pink Vanilla

 

-> E você tem ou conhece alguém que tem uma marca alternativa de roupas, acessórios ou artigos de decoração? Manda pra mim aqui nos comentários ou pelo Insta (@vamospravenus) pra gente falar mais dela! (;

 

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Aquele romance que você não pode deixar de ver: “One Night”

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Numa era totalmente digital, onde as notícias chegam mais rápido do que o tempo em que os fatos realmente acontecem, é muito difícil construir uma relação em que a comunicação esteja sempre presente e bem construída. O filme “One Night” me trouxe vários questionamentos em relação ao que é amar, e a diferença entre amar e estar apaixonado. Um vislumbre da idealização do amor adolescente e o que realmente é esse sentimento quando se conhece bem o parceiro, tendo o tempo como maior condicionante, em que o cotidiano tem sua parcela de culpa.

Sobre o filme

Dois casais, o primeiro nos seus 30 anos, lidando com problemas conjugais, Elizabeth e Drew. O outro no auge da adolescência lidando com o final do ensino médio e o recomeço de uma antiga amizade, Andy e Bea. Diferentes idades, praticamente mesmos problemas. Inseguranças, confiança, e um misto de sentimentos com frustações.

Praticamente todos nós podemos nos projetar na pele desses personagens, até porque todos passamos ou passaremos por diferentes fases da vida em que teremos que lidar com questões de relacionamento, não necessariamente um relacionamento amoroso, mas também de amizade ou de trabalho. E é incrível que em todos esses tipos de relação, ficamos à mercê de certos sentimentos que podem causar certas frustações, e lidar com elas é sim um dos maiores desafios.

A forma que a narrativa acontece é bem leve e fluida para aguentar a carga tão real que é abordada, mesmo sendo um filme de drama romântico, a contraposição das cenas dos casais passando por momentos distintos é um jogo bem fugaz e comum nos takes para a filmagem.

As discussões de Liz e Drew sempre remetem ao tempo em que ela perdeu a confiança nele, e como isso mudou todo o casamento. Antes ficar juntos era sinônimo de felicidade, e agora é sinônimo de solidão. São cenas que narram histórias reais, em que casamentos não acabam por falta de amor ou por falta de tentativas, talvez tudo só tenha sido desgastado e perdido o objetivo de se estar junto, como já dito pode ser uma fase, pode ser um recomeço, pode ser um final. Cenas essas que se contrapõe as redescobertas de Andy e Bea na noite de formatura. As conversas intermináveis, em que a falta de assunto não existe, o êxtase de se estar com quem sempre se imaginou, a curiosidade de conhecer mais e mais a pessoa ao seu lado. Duas versões da mesma moeda.

Vale a pena assistir esse filme, e tirar suas próprias conclusões pra contar pra gente aqui depois!

Edit 1: o ator que interpreta o Andy é a cara do Heath Ledger, e se chama Kyle Allen #fikadik

Edit 2: o filme tá disponível na Netflix, então corre!

+ trailer maravilhoso: 

 

Resenha por:

deh


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ÓLYA ELA: tudo sobre o dia de fotos na Av. Paulista!

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Se você acompanha as redes sociais do blog deve ter visto essa semana algumas fotos minhas um pouco diferenciadas na Av. Paulista.  Não, não foi um devaneio, um sonho, uma miragem. Esse foi o primeiro ensaio oficial do blog e vou contar um pouco dessa peripércia pra você!

Tudo começou com o fato vergonhoso de eu nunca ter feito um ensaio profissional pro Vamos pra Vênus – coitado. Eu só postava fotos do meu próprio celular (tanto aqui no blog quanto insta e face) porque achava que um ensaio-sucesso seria algo que ia me dar muito trabalho. LOUCA né? A verdade é que eu só ia precisar de:

1- Uma profissional foda (sim – UMA, porque todos os fotógrafOs que eu contatei tinham uns papos esquisitáços – e eu sempre penso em mulheres primeiro pra qualquer tipo de serviço, vamos ajudar as manas!).

– E que não cobrasse o olho de uma cara. Eu sei que o trabalho de fotografia é valioso e merece todos os dinheiros do mundo, mas o de blogayra-antes-da-fama também merece e não ganha. :): Acabei encontrando através da minha irmã, o trabalho incrível (e honesto) da Li – Natally Vivacqua – que tem uma visão única nas hora dos cliques, além da super-paciência pra ouvir minhas ideias malucas! hehe

2- Um conceito que fizesse sentido com a linguagem do blog e do canal do Vamos pra Vênus (Youtube). Ensaio por ensaio todo mundo faz, né? No geral, era importante que as fotos tivessem uma essência completamente urbana e movimentada porque nos meus vídeos eu ando por lugares de São Paulo (por isso a Av. Paulista), que tivessem um tom divertido, nonsense, “loucurinha” – como é a linguagem do blog (e isso ficou muito claro nas fotos que tô tomando um drink no meio da avenida mais movimentada dessa metrópole), e também que tivesse um toque amorzinho porque a gente fala muito de amor por aqui (por isso a cara meiga e o mini-balãozinho de coração).

Pra conseguir essas coisas que fizessem sentido (ou nenhum sentido na verdade) eu passei na Rua 25 de Março mais ou menos uma semana antes do ensaio. A cafonice da 25 também foi uma grande inspiração pra mim. Vi alí um pouco dos elementos divertidos e nonsense que uso na linguagem do blog, um pouco dos conselhos amorosos de tia louca que eu dou aqui pra vocês, e porque a 25 é um lugar clássico de São Paulo, onde você encontra altos achados por pouco preço. Comprei muito glitter, “jóias” divertidas, cílios e unhas postiças, óculos rosa. A taça pink que aparece na maioria das fotos por exemplo, custou – segredinho – exatos R$2,00. Ser cafona é ser livre, né meninas? – Anota isso na sua agenda. 

3- Tesoura sem ponta e a ajuda de um adulto.

Agora chega de blablablá e veja com os seus próprios olhinhos alguns cliques do ensaio. Ficou lindo e exatamente do jeitinho que eu tinha imaginado, a Li arrasou demais! Ao todo foram mais de 180 fotos, mas coloquei só algumas aqui pra esse post não ter problemas de sobre-peso e porque a graça da coisa é mesmo ir liberando as IBAGENS aos poucos – mais um motivo pra você não sair mais desse blog!

Depois me diz se amou tanto quanto eu? <3 

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Sobre o filme “O Quinto Elemento”

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Sempre vai ter aquele filme que quando você era pequenx morria de medo de assistir. Posso citar vários que me aterrorizavam, desde os mais pesados como Chuck – Boneco Assassino, Donnie Darko, Guerra dos Mundos, até uns mais suaves como O Grinch e O Quinto Elemento.

Lembro até hoje. Era domingo de verão e aqui em casa a gente tinha o hábito de assistir filmes aos domingos – acho que vão perceber ao longo das postagens aqui no blog. Nesse bendito dia, depois de assistir Sandy & Júnior milleniuns juntemos e digamos “beijos anos 2000”, ouiée – meu papis sentou no sofá e começou a procurar um canal que estivesse passando algum filme interessante – e foi dessa forma que assisti O Quinto Elemento pela primeira vez.

Posso dizer que não foi uma das experiências cinematográficas mais legais que tive quando era pequena, até porque foram algumas noites mal dormidas, lembrando daqueles seres estranhos, do figurino exótico e do maldito sangue azul – pô pra uma garotinha que tinha seus 10 anos de idade isso é bem macabro. Mas garanto que mesmo me dando um medo do caramba esse filme foi muito importante para mim, na época eu não sabia, mas atualmente é um dos blockbusters de sci-fi que mais me deixa curiosa. Vou explicar o porquê… Vem comigoo!!

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Pra começar e não titubear, o filme tem nada mais nada menos que Luc Besson como diretor e roteirista, Gary Oldman estrelando como o vilão, Mila Jovovich como a nossa heroína (GRL PWR!) e Bruce Willis como mocinho, sim ele ainda tinha cabelos hehe

Tudo se passa num futuro bem distante, em que a Terra é toda tecnológica, os carros são voadores e as ruas não se delimitam pelo asfalto e sim pelos arranha-céus enormes que cobrem tudo o que vemos de paisagem, criando corredores que se espalham verticalmente, em um verdadeiro labirinto. E antes mesmo dessa evolução humana, a Terra foi alertada sobre um perigo que a assola a cada 5 mil anos. Os Mondoshawans, aliens do bem, vem buscar a única arma capaz de derrotar o grande mal. Essa arma é composta por 4 pedras, que representam os quatro elementos, mais um elemento que cria a harmonia da Luz Divina, capaz de derrotar o Mal.

Mais de 300 anos se passam após a aparição dos Mondoshawans no Egito, e a vida de Korben Dallas – um taxista ex-militar, interpretado por Willis – está prestes a mudar. Uma garota de cabelos alaranjados e trajando somente algumas fitas brancas – essa é Jovovich –  cai do céu, literalmente em seu táxi. A aventura é evidente!

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Nas cenas que se passam fora do edifício científico, conseguimos ver imensidão de Nova York, totalmente densificada, mecanizada e conquistada. Não se dando de forma horizontal e sim vertical, monumental na sua evolução de cidade e futurística pela movimentação. Os meios de transporte se adaptam a verticalidade e se tornam voadores, principalmente os coletivos que se estruturam nos próprios prédios e são elevadores trem. O lado negativo dessa estratificação também é abordado, no momento em que vemos as antigas ruas no chão se tornarem ruínas de um tempo remoto. A forte fumaça de poluição cobre o que antes eram vias. A superpopulação e o lixo criado por ela, mostram a incapacidade de gestão e reciclagem. O alto nível de criminalidade faz com que as forças de vigilância sejam maiores e mais violentas.

Jean Paul Gaultier foi a personalidade que desenvolveu o figurino do filme, informação que me deixou de queixo caído. Temos ainda o maravilhoso Chris Tucker dando vida a um dos personagens mais hilários que eu já vi, e essencial para dar um toque carismático a obra.

Acho que os efeitos especiais para a época fizeram o filme se tornar popular, além do indefinido e curioso mundo futurístico. Mas cá entre nós, a parte da ópera em que a Diva se apresenta e no turning tables da situação é ela quem está com as pedras dentro de si – e Dallas tem de tirá-las de dentro dela – foi a maldita cena que me causou traumas quando pequena, mas com certeza a que salvou o filme – e hoje é uma das minhas preferidas!

É aquele blockbusterzão para se ver quando se quer um pitada de ação, aventura, sci-fi e muita discussão sobre a forma em que vivemos e podemos um dia vir a viver. O enredo do filme não é dos melhores, já aviso, achei ele bem previsível e as cenas de lutas foram até que bem mórbidas. Além de que a atuação do Bruce Willis não foi nada convincente no seu papel de mocinho – Quando é que ela é, né? – Mas that’s okay… Porque as discussões que o filme propõe são várias, e são muito cabíveis para o período social e tecnológico que estamos vivendo.

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O filme consegue destacar a vida numa sociedade distópica, em que as condições de opressão ou privação são reais para os cidadãos, tendo a tecnologia como ferramenta de controle de massa pelo Estado e por corporações. Mostrando ai um caráter satírico da qual nós vivemos – método comum do diretor em questão.

deh



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