Tá sabendo dos babados?

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Amigas queridas de Vênus!

Tem um tempinho já que lancei o grupo fechado #vamospravenus no Face pra gente falar mais livremente sobre os assuntos abordados aqui no blog e no canal!

Lá rolam algumas discussões sobre vida & relacionamentos, desabafos, conselhos amorosos, comentários gerais, tira-dúvidas, organização de encontrinhos, sugestões de pautas para os próximos vídeos e o que mais você quiser falar lá, você pode – em Vênus não tem tempo ruim.

Todas as leitoras aqui do blog, assinantes do canal, seguidoras do insta e venusianas no geral são bem-quistas nesse grupo! Se você tá lendo isso agora, por exemplo, não vejo motivos pra não aparecer por lá e já começar a se entrosar nas conversas com a gente! (:

Vem participar desse grupão delícia, vem?

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É só acessar http://bit.ly/2z0utUz ou buscar pelo grupo #vamospravenus no Facebook mais perto de você!

Te espero lá!

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Como ter mais amor na sua vida?

Cafézinho + passeio deliziamm na maior livraria da América Latina, a Livraria Cultura do Conjunto Nacional (Av. Paulista)! Também falei um pouco sobre o livro “Amor 2.0 – A Ciência a Favor dos Relacionamentos” (Fredrickson, Barbara).

A ideia principal desse livro é trazer uma nova visão do que é o amor à partir de um conceito chamado “ressonância da positividade”. Pra entender melhor, é preciso que a gente se desapegue um pouco da ideia de amor romântico e tente entender pelo lado da ciência: o amor é mais simples do que você imagina e aflora simplesmente quando você e outra pessoa se conectam.

O amor é uma breve emoção que se expande pelo corpo, e só pode ser sentido quando compartilhado! 

O livro fala mais sobre como o seu corpo responde às sensações que o amor provoca, e dá dicas pra que a gente possa criar mais & mais momentos de amor. Recomendo muito!

 

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Pare agora de ler textos sobre relacionamentos na internet!

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Esse título pode ser um grande tiro no pé pra mim, que ganho o pão de cada dia dissertando sobre os encontros e desencontros da vida. Mas hoje faço isso por você, querida leitora. Você merece saber a verdade!

A verdade é que a quantidade de informações sobre relacionamentos que podemos acessar na internet diariamente é absurdamente grande, e percebi que à medida que esse volume de informações cresce, os relacionamentos reais vão ficando cada vez mais problemáticos também.

Por quê?

Você vai encontrar por aí textos que falam sobre como conquistar a pessoa amada, com listas, tópicos, imagens bonitinhas. Assim que você praticar todas as “tarefas” sugeridas no texto, e der tudo errado (porque aparentemente quanto mais você se esforça mais as coisas dão errado) você estará agora sem um relacionamento e com o coração partido.

Então vai começar a encontrar textos que pregam o amor-próprio acima de tudo. Você vai se interessar e ler compulsivamente todos eles na esperança de sair da fossa. Só que esses textos sobre o tal “amor-próprio” provavelmente foram escritos por pessoas que também estão na mesma fossa que você e não estão em condições de falar sobre amor-próprio.

Geralmente eles têm um discurso muito radical, embalados por frases do tipo “você tem que ser independente”, “tem que ser feliz sozinha”, “não pode precisar de uma outra pessoa ao seu lado”. Em teoria é um discurso até que inspirador, mas na prática dá uma ligadinha no Discovery Channel: até os tubarões precisam de um par pra se considerarem felizes. Não se culpe por querer um namorado.

Mas ok, quando você já estiver craque em todo esse discurso do desapego, do “ser feliz sozinha” e lido sobre todas as técnicas para amar a si mesma e só a si mesma, vai acabar caindo em um blog bem zen, provavelmente escrito por um casal que tem um relacionamento pleno e feliz, que fala sobre como se livrar do individualismo para conseguir se doar genuinamente ao outro e finalmente ser feliz no amor.

Não é pra enlouquecer?

Assim que ler todo o blog e virar fã do casal pleno, você vai conseguir estabelecer o que é certo e errado em um relacionamento. E aí, o próximo cara que aparecer em sua vida vai sofrer as consequências porque ele pode não se encaixar nesses padrões: “se ele fizer x ele é apaixonado”, “se fizer y não quer nada sério”. E quanto a você? Tem que se doar, mas calma: não muito. Tem que ter sua individualidade, mas também saber dividir a vida com outra pessoa.

Você vai comparar a sua relação, descomparar, se frustrar ainda mais. Vai terminar.

E agora encontrar algum outro texto falando sobre a beleza das diferenças nos relacionamentos. Que cada namoro é um namoro. Mas até aí, aquele cara que faz sua amiga de capacho até hoje, também pode se encaixar no “cada namoro é um namoro”?

Amiga, desista!

Às vezes eu acho que nós escritores e produtores de conteúdo pra web somos meio prepotentes de achar que podemos aconselhar as pessoas e dizer com base na nossa experiência o que cada um precisa esperar de um relacionamento. Só você pode saber da sua vida, meu anjo!

Pare AGORA de ler todo e qualquer conteúdo sobre relacionamentos na internet. Se as coisas estão confusas e você não sabe mesmo o que fazer, aqui vai a minha única dica, independente de casos, acasos e descasos:

Tá feliz?

Segue o baile!

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Tutorial para discutir a relação

 

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O tema “DR” (discutir a relação) poderia ser mais explorado em filmes de terror, uma vez que tanta gente se arrepia só de ouvir essa pronúncia dessas duas letras.

É que muitas pessoas veem uma DR como uma grande discussão, temperada com gritos, pancadaria, tiro, porrada, bomba, vasos de cristal sendo atirados contra as paredes e mais um pouco de agressividade.

DR’s não precisam ser assim.

Na minha cabeça, discutir a relação sempre se resumiu a apenas uma conversa sincera sobre o andamento das coisas e pontos dos dois lados a serem observados e melhorados. Isso porque eu prezo a honestidade em uma relação – e por isso acabo acreditando que as pessoas que me relaciono também pensam ou deveriam pensar dessa forma.

Novidade: as pessoas não pensam como eu.

A maioria dos homens acha que discutir a relação é besteira. E isso não é descaso da parte deles: é comprovado cientificamente que do ponto de vista masculino, a DR é apenas uma carga de stress que não vai levar a lugar nenhum.

E será que eles não estão certos?

Não me lembro de alguma vez que tive uma DR que “resolveu” a minha vida. Enquanto escrevi esse texto, parei um segundo para lembrar das últimas DR’s que tive com meu parceiro. Em nenhuma delas rolou tiroteio, eu só apontei algumas falhas nele (que não tem previsão de mudança), ele ficou confuso sem entender sobre o que eu estava falando, e foi um pouco estressante para nós dois.

Sei que na hora que bate aquela ansiedade misturada com TPM, parece que “tá tudo errado com esse relacionamento”, “ele não me ama”, “a gente precisa resolver isso”, “a gente precisa conversar”, mas será que o que falta não é a gente parar, respirar e observar um pouco as coisas e o nosso parceiro como eles realmente são?

Tentar olhar pros defeitos dele (aponte agora 5 defeitos dele) e pros nossos (tente com muita força de vontade apontar 5 defeitos seus), e tentar respeitar essas diferenças de tempo x espaço sem criar um conflito? De novo: não só porque é estressante, mas porque dificilmente leva mesmo a algum lugar.

Falando assim parece simples e até meio poético, né? Vou passar algumas semanas seguindo essa nova filosofia de vida e se eu sair viva disso tudo volto aqui pra contar as novidades.

E você concorda? Acha que a DR ajuda ou só desgasta a relação?

 

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