Aquele romance que você não pode deixar de ver: “One Night”

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Numa era totalmente digital, onde as notícias chegam mais rápido do que o tempo em que os fatos realmente acontecem, é muito difícil construir uma relação em que a comunicação esteja sempre presente e bem construída. O filme “One Night” me trouxe vários questionamentos em relação ao que é amar, e a diferença entre amar e estar apaixonado. Um vislumbre da idealização do amor adolescente e o que realmente é esse sentimento quando se conhece bem o parceiro, tendo o tempo como maior condicionante, em que o cotidiano tem sua parcela de culpa.

Sobre o filme

Dois casais, o primeiro nos seus 30 anos, lidando com problemas conjugais, Elizabeth e Drew. O outro no auge da adolescência lidando com o final do ensino médio e o recomeço de uma antiga amizade, Andy e Bea. Diferentes idades, praticamente mesmos problemas. Inseguranças, confiança, e um misto de sentimentos com frustações.

Praticamente todos nós podemos nos projetar na pele desses personagens, até porque todos passamos ou passaremos por diferentes fases da vida em que teremos que lidar com questões de relacionamento, não necessariamente um relacionamento amoroso, mas também de amizade ou de trabalho. E é incrível que em todos esses tipos de relação, ficamos à mercê de certos sentimentos que podem causar certas frustações, e lidar com elas é sim um dos maiores desafios.

A forma que a narrativa acontece é bem leve e fluida para aguentar a carga tão real que é abordada, mesmo sendo um filme de drama romântico, a contraposição das cenas dos casais passando por momentos distintos é um jogo bem fugaz e comum nos takes para a filmagem.

As discussões de Liz e Drew sempre remetem ao tempo em que ela perdeu a confiança nele, e como isso mudou todo o casamento. Antes ficar juntos era sinônimo de felicidade, e agora é sinônimo de solidão. São cenas que narram histórias reais, em que casamentos não acabam por falta de amor ou por falta de tentativas, talvez tudo só tenha sido desgastado e perdido o objetivo de se estar junto, como já dito pode ser uma fase, pode ser um recomeço, pode ser um final. Cenas essas que se contrapõe as redescobertas de Andy e Bea na noite de formatura. As conversas intermináveis, em que a falta de assunto não existe, o êxtase de se estar com quem sempre se imaginou, a curiosidade de conhecer mais e mais a pessoa ao seu lado. Duas versões da mesma moeda.

Vale a pena assistir esse filme, e tirar suas próprias conclusões pra contar pra gente aqui depois!

Edit 1: o ator que interpreta o Andy é a cara do Heath Ledger, e se chama Kyle Allen #fikadik

Edit 2: o filme tá disponível na Netflix, então corre!

+ trailer maravilhoso: 

 

Resenha por:

deh


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