Meu ano novo começa hoje

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Fazer aniversário está menos para um simples dia do calendário que simboliza o seu nascimento e a contagem de anos que passam na sua vida, e mais para um processo estranho, meio maluco e que carrega uma grande carga emocional.

2017 começou há duas semanas, mas foi ontem, dia 15/01 (mais conhecido como meu aniversário) que muitas fichas caíram sobre “entrar numa nova fase”. E tava esperando mesmo esse “alô alô” da vida, pra iniciar essa nova temporada de posts aqui no Vamos pra Vênus!

Pra mim, meu aniversário começa uma semana antes do meu aniversário. Quando as pessoas começam a perguntar o que eu vou fazer no meu aniversário.

E sempre fui de deixar tudo esquematizado até mais de uma semana antes. Se beber com os amigos nessa data é a única certeza que tenho, questõezinhas como onde vamos beber? quem vai? será que todo mundo vai mesmo? e que horas?, parecem distrair a minha cabecinha todo ano do fato de que vou ficar mais velha.

Mas esse ano foi diferente. Tô trabalhando tanto em tantas coisas, e tá tudo tão frenético na minha vida que senti uma serenidade absurda sobre fazer aniversário. Se deixassem, nem teria percebido que já tinha chegado o dia 15. Apareceu na minha agenda como um dos poucos compromissos em que eu não precisava me esforçar. Pegar metrô, uber, falar com pessoas, fazer ligações? Eu só tinha que ficar de boa e o aniversário aconteceria obrigatoriamente com a minha presença – até porque cairia num domingo. E se tivesse ligações envolvidas, seriam feitas pra mim e não feitas por mim.

Assim, pela primeira vez na minha vida deixei o meu aniversário acontecer naturalmente.

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E foi aí que a magia aconteceu. Por enxergar o meu aniversário como um dia “normal” (aspas porque convenhamos, nosso aniversário nunca será um dia 100% igual aos outros, não é mesmo??), acabei deixando as pessoas que realmente importam na minha vida brilharem nesse dia e me lembrarem de que fazer aniversário é realmente especial.

Foi a minha amiga de infância, Manda, que falou que a gente não podia passar esse dia em branco e escolheu um lugar pra gente ir comemorar. Foi a minha irmã Nalú que ligou no bar, fez a reserva, chamou as pessoas e ainda fez todo mundo rebolar até o chão. Foi o namorado da Manda que levou a gente. Foram todos que pagaram uber e entrada num karaokê sem nem gostar de cantar só pra me ver passando vergonha. Foi quem cantou comigo, quem cantou parabéns. Foi a minha vó que ligou a meia noite em ponto quase me fazendo pular de alegria. Foram meus pais que me levaram café na cama com Chocotone, palavras lindas e muito amor. A Gabi que tomou sorvetinho comigo e a Tutu que estava fora do Braseel mas que está sempre com a gente.

E todas as pessoas que ligaram, mandaram mensagem, wtsapp, inbox e me disseram coisas maravilhosas, veja bem maravilhosas, que nem eu sabia mais sobre mim mesma, e que fizeram o meu dia e o meu coração ferverem de amor.

E é assim que entro nesse primeiro dia dessa nova fase. Tranquila, grata por todas essas pessoas fodas que tenho na minha cola, muito emocionada e sim: mais velha – porque teve gente que me lembrou que com 26 anos não sou mais uma garoutzinha! HÁ! HAHAHAHA

Sempre vou ser essa moleca, né mores. Mesmo tendo cadastro fidelidade na Drogasil, abrindo cnpj e declarando imposto de renda, não me considero nada adulta.

BEM -VINDO 26!

#Gratidón

julibatah


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