Você deve insistir nesse cara?

oioioi

No amor não existem regras – e embora essa frase pareça muito um título de comédia romântica com o Hugh Grant e a Cameron Diaz, pra assistir na Sessão da Tarde no primeiro dia em casa comendo brigadeiro de colher depois dos cortes na empresa: é a mais pura e clichêzada verdade.

E não tem regras, porque quando a gente fala de amor estamos falando de relações humanas, e o ser humano é uma criaturinha complicada. Cada um de nós tem as suas preferências, seus gostos, seu estilo de vida e sua ideia particular do que é felicidade.

Quantas pessoas você conhece que estão dentro de relacionamentos aparentemente “perfeitos” de acordo com as regras da sociedade (e do Instagram), mas que só reclamam de seus parceiros na mesa do bar. Ao mesmo tempo que existem outros casais que parecem não ter nada a ver – discordam de tudo, só brigam, se xingam – mas de alguma forma se alimentam de si mesmos e fazem sentido juntos (pelo menos pra eles).

Tendo isso em mente, não dá pra saber se esse cara que você está se relacionando agora “é o cara ideal pra você”, se um é a tampa da laranja do outro (é laranja ou panela? Sempre confundo esses termos) ou se vocês dois formam um “par perfeito” – Ideal pra quem? Perfeito pra quem? Toda relação tem momentos bons e ruins, todas as pessoas têm qualidade e defeitos. O cara pode ser um príncipe mas cantar Wesley Safadão no carro – quem vai julgar?

Se vocês serão “felizes juntos”? Também não dá pra saber – e esse assunto sobre a falsa ilusão de controle que temos em relação aos acontecimentos nas nossas vidas pode até virar um outro texto, tamanha complexidade.

O que determina se “devo insistir mais um pouquinho nesse cara, ou já deu?” é um termômetro interno e totalmente pessoal, que cada um tem dentro de si. Esse termômetro tem como base as suas experiências passadas, seus projetos futuros e seu bem-estar no presente momento.

É esse termômetro interno que costuma explicar porque sua amiga namora aquele cara tão grosso e sua prima dispensa um boy que parece ser filho do Ashton Kutcher com um Ursinho Carinhoso. Você fica pensando “Aff, vai entendeeeeeeeer…”, mas é o termômetro interno delas que está alí gritando para que fiquem ou saiam daquela situação.

Quando “é pra ser” as coisas se encaixam, fluem com facilidade, de forma que seguir em frente não parece um grande esforço pra você. Diferente de quando você entra no Uber pós-encontro com lágrimas nos olhos, um remédio para “baixa energia vital” na bolsa e a sensação de que tem mesmo algo errado nessa situação – isso foi com a vizinha da amiga da minha prima tá, que fique claro.

Enfim, sempre termino meus textos achando que eles não fazem sentido nenhum, e sem saber se vão te servir pra alguma coisa nessa vida, mas prometo que o seu termômetro interno – esse danadinho – vai te direcionar para o que for mais indicado pra você e não vai te deixar na mão, confie mais nele. (;

ju02


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