Como parecer de boa, 100 estar de boa?

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Poucas montanhas-russas de Orlando conseguem ter tantos altos e baixos como um relacionamento afetivo, seja ele um namoro, um casamento ou um lance de uma noite só. Porém, o que dizer de um relacionamento enrolado, que não vai pra lá nem pra cá, que não dá nem desce, não fode e não sai de cima – que mal conheço e já considero pakas?

Um relacionamento do tipo sanguíneo IOIÔ, é definitivamente o maior causador de problemas na sociedade contemporânea. É aquele relacionamento “Ah, a gente tá de boa” – mas só nós duas aqui sabemos que não, não está de boa. Nada de boa. Esse relacionamento costuma ser gerenciado por um cara que te quer em alguns momentos mas não em todos, e que gosta de você mas não muito.

Nossa cabeça fica que nem uma bolinha de pinball (sim, hoje estou usando metáforas com motivos de parque de diversão, por motivos de: não tenho nenhum motivo), sendo lançada de maneira frenética e quicando de um lado pro outro sem algum direcionamento.

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Ela bate no lado esquerdo e você pensa: “Pra mim tá tranquilo, tô no controle de tudo isso, sou + EU”, depois bate do lado direito e vem aquele “mas poxa, estar com ele é tão gostosinho e é tão difícil achar um cara que deixe tudo assim, tão gostosinho”, mas então a bolinha é arremessada para o outro extremo da mesa com um “Na boa? Ele não é a última Oreo do pacote e eu também tenho meus contatinhos”, e é nesse momento que a bolinha vai descendo quase caindo no buraco com a lembrança de que por “contatinhos” temos um hipster de 42 anos que acabou de sair da casa dos pais, um anão que curte micareta e um intelectual que escreve poesia mas ganha a vida no parque da Mônica interpretando o Chico Bento.

-Nada contra o Maurício de Souza, acho ele ótimo.

Mas aí entramos em uma outra partida de pinball, aonde os pensamentos e a bolinha giram em torno do que fazer com essa situação. “Vou falar com ele, foda-se esse lance de joguinho de conquista”, mas a bolinha está frenética e vem o “Não é joguinho eu só não quero ser chata ou parecer desesperada, até porque ‘estar desesperada’ não é o forte das pessoas atraentes”, porém “Eu não quero parecer atraente, eu só quero ser eu mesma, como vou conquistar alguém sem ser eu mesma?” e novamente a bolinha cai na canaleta com o último pensamento, esse projetado com a voz da sua tia-avó dizendo “lute pelo seu amor pois é muito difícil envelhecer sozinha”.

MINDFUUUUUUUUUUUUUUUUCK!

E aí, você fecha os seus olhinhos (depois de ler esses texto, claro), e respira profundamente contando até 10. Abre os olhos. O que você vai fazer da sua vida? Eu sinceramente não sei, não sou aquele anjinho (e nem o diabinho) em cima do seu ombro – embora seja legal a ideia de poder influenciar as pessoas nesse nível. Esse texto também não tem a intenção de ter uma conclusão, se era isso que você tava esperando. Se você vai ligar pra ele ou não, se vai se declarar, dizer que ele é o amor da sua vida, ou tentar esquecê-lo porque no fundo você sabe que merece mais, você que sabe irmã. Sua vida – suas escolhas.

Apenas peço para que continue visitando o meu blog, pois já fui muito na opção 02 e no momento estou meio carente.

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