MAPA DAS MINAS #01 – O que fazer em SP nesse feriado (14 e 15/11)?

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– “E aí Ju, o que você vai fazer no feriado?”

– “Ah, não sei, vou ver na hora he-he-he”

E a verdade é que chega a HORA e eu acabo não fazendo NADA, por pura preguiça de procurar o que fazer – e o catálogo da Netflix tá cada dia mais provocante, diz aí.

Se você passa por esse mesmo problema constantemente, essa nova série de posts aqui no blog (e não da Netflix, HÁ – te peguei!) é pra você!!!!!!!!!!!!!!

É o #MAPADASMINAS! 

Toda semana vou separar as boas do fds (ou do feriado se tiver feriado) aqui em São Paulo. Sei que é muito chato ficar caçando eventos no Facebook, por isso eu tô aqui pra fazer esse trabalho sujo pra você e garimpar o que acho de mais interessante!

AH e um aviso: se você encontrar um evento/ lugar que esteja super afim de ir mas não tiver alguém pra ir junto com você (ou não quiser ir sozinha), temos um grupinho do #vamospravenus no Facebook, e lá você pode combinar o rollet com alguma outra amiga de Vênus! Só chegar:  http://bit.ly/2z0utUz

100 + D-LONGAS:

PRÉ-FERIADO (14/11 – TERÇA)

Bailinho pra aquecer no O Lourdes

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Vai ter: muita música com SUDAKA, VENGA VENGA e outros nomes da cena alternativa que você vai conhecer, adorar and viciar.

Valor: de grátis para os 20 primeiros, R$10 até 1h, R$20 após 1h.

Onde: Rua da Consolação, 247 –  São Paulo

Metrô perto: Estação Anhangabaú (linha vermelha).

Motivos pra ir: beber e dançar na Consolação é sempre uma consolação.

Mais detalhes: https://www.facebook.com/events/153115408766627

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FERIADO (15/11) – QUARTA)

Programação na Pinacoteca

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Vai ter: exposições, mostra coletiva de vídeos feitos por artistas brasileiros, instalações especiais, espetáculos, além do ambiente delicinha da Pinacoteca pra dar aquela espairecida no meio da semana.

Valor: de grátis!

Horários: 10h – 17:30h

Onde: Praça da Luz, 2 – Luz – São Paulo |TEL: 11 3324-1000

Metrô perto: Estação Luz (pertíssimo).

Motivos pra ir: você pode fazer muitas fotos instagramáveis, e stories mostrando que você é cult (e claro, é um lindo passeio).

Mais detalhes: https://www.facebook.com/events/1489411994505518/

 

Feriado no MIS

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Vai ter: exposição Renato Russo. O acervo conta com objetos pessoais, peças, fotos, discos, livros, manuscritos, instrumentos, desenhos, cartas de fãs, além de prêmios, fanzines, folhetos e impressos variados que irão percorrer toda a sua trajetória.

Valor: na bilheteria R$12 inteira / R$6 meia – pode lotar, então chegue cedo – se precisar faça a sua maquiagem no carro! 

Horários: 9h – 19h

Onde: Av. Europa, 158 – Jardim Europa, São Paulo

Metrô perto: a estação mais perto é a Fradique Coutinho – mas ainda assim é meio longe.

Motivos pra ir: um pouquinho de cultura né mores.

Mais detalhes: https://www.facebook.com/events/807905756049031/

 

Show Liniker e os Caramelows – Auditório Ibirapuera

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Vai ter: Liniker e os Caramelows que amamos de todo coração! Vem amar também: http://bit.ly/1OeqYwB

Valor: inteiramente de grátis!

Horários: 16h – 18h

Onde: Av. Pedro Álvares Cabral, portão 2 – Parque Ibirapuera

Metrô perto: dá pra descer na Estação Ana Rosa, mas a Estação Vai De Bus é mais fácil.

Motivos pra ir: LINIKER <3 – e desfrutar de um dos maiores prazeres paulistanos que é ficar jogada no gramado do Ibira.

Mais detalhes: https://www.facebook.com/events/1930858587152207/

 

*Se organizar direitinho, dá pra fazer 02 rollets em 01 só dia e postar muito stories pra provar que você sabe curtir o feriadão. 

E +!!

Se você quer passar o feriado apenas tomando bons drinks, filosofando sobre a vida sozinha, com boy ou com as migas, minha sugestão é o bar G&T – nos Jardins. Ele é o primeiro e único bar só de Gin Tônica aqui de São Paulo, e se você é fã desse birinight tá mais do que na hora de conhecer esse lugar. Vem beber e filosofar comigo:

Ah, e não esquece de se inscrever lá no canal pra acompanhar todos os meus rollets pela cidade! <3 

por Juli Batah <3 

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Não olhe para o espelho: olhe para dentro!

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Esses dias eu andei pensando sobre o conceito de liberdade porque bateu uma badzinha. Essa bad foi meio que uma sensação de estar sendo engolida pelo mundo, de me sentir presa a alguma coisa que eu não sei bem o que é, sem conseguir alcançar o que eu quero. E refletindo e conversando com amigos, acabei percebendo que muitas dessas questões estavam relacionadas ao fato de eu trabalhar mais o meu olhar pra fora, pro que acontece ao meu redor, pras outras pessoas, pras tantas informações que eu recebo diariamente, e pouco pra dentro de mim, pras minhas reais vontades e necessidades.

Acho que apesar do que possa parecer, ser livre tem menos a ver com o domínio que você tem em relação as coisas que te cercam e mais a ver com o domínio que você tem sobre as coisas que estão dentro de você, da sua mente, do seu corpo, das suas emoções. Ser livre é conseguir olhar pra dentro e ter um certo controle de si mesma.

Às vezes a gente entra na loucura de, trabalhar pra caramba, ficar imersa nas redes sociais recebendo uma cacetada de informações irrelevantes, sai de um relacionamento e logo entra em outro, tenta muito passar uma determinada “imagem” pra alguém, e com tudo isso a gente não só esquece mas perde um pouco a capacidade de parar, olhar pra dentro, tentar entender onde você está, o que está acontecendo.

Uma forma de olhar pra dentro é praticar a meditação. Outra, é sair por aí sozinha atrás das coisas que você acredita que vão te fazer feliz, e pode ser no sentido mais amplo, ou mesmo literalmente, sair sozinha, almoçar no seu lugar favorito, se dar esse tipo de presente sem se importar com que os outros vão pensar de você – aliás, essa é uma questão a ser lembrada também, a gente tem que encontrar alguma forma de parar de se importar com o que as pessoas pensam. É engraçado porque muitas dessas pessoas que a gente se preocupa em passar uma imagem, de repente, são pessoas que a gente nunca mais vai ver.

O que você faz para se sentir melhor com você mesma?


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Um rolê pelas minhas ilustrações / zines!

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OIÊ!

Além de escrever e fazer vídeos pra internet eu também faço desenhos, meu anjo! Vem conhecer um pouco das minhas bonequinhas de Vênus, saber como tudo começou e qual vai ser o meu novo projeto! (:

 


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A sensação de beirar os 27 anos

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O conceito de maturidade é muito amplo, e um pouco nebuloso – porque eu acredito que cada pessoa tem uma régua interna sobre o que pode ser uma atitude madura ou não.

Eu acho que a primeira coisa que pra mim define o que é maturidade, é o fato de a pessoa começar a perceber o que funciona e o que não funciona pra ela – por mais que funcione pra todos os outros mortais.

E esses dias eu me peguei pensando sobre isso, pensando sobre coisas que eu fazia e adorava fazer, mas que hoje já meio que não cabem no meu estilo de vida, rotina – tanto no aspecto físico quanto no mental e emocional, haha. E essas coisas são:

1.LITRÃO

Quando eu tinha aí uns 21, 22 anos, a coisa que eu MAIS GOSTAVA de fazer na minha vida era ir pra qualquer bar – de preferência o mais barato – pedir aquele litrão, encher o copo de todos os amigos e beber cerveja baratinha a noite inteira. Não sei o que aconteceu no meio do caminho, mas o meu corpo começou a rejeitar o litrão. As últimas vezes que eu fiz esse tipo de rolet, eu fiquei super empapuçada,  indo no banheiro de 15 em 15 min e acordei no dia seguinte completamente destruída. Peguei bode até do gosto, sabe? Eu tô muito longe de ser uma pessoa que aprecia cervejas artesanais, mas eu prefiro mil vezes por exemplo, beber duas heinekens, que acho uma cerveja que se paga melhor, no sentido de ser mais gostosinha e encorpada. Hoje eu fico “alta” mais rápido, não preciso beber muito e não fico indo no banheiro. Acho o maior custo benefício.

2. TINDER

Eu já usei muuuuuito o Tinder, já saí com muitas pessoas do Tinder, conheci gente que eu tenho amizade aí até hoje, e eu sei que é um app que funciona sim pra conectar pessoas, tenho amigos próximos que até casaram com pessoas que encontraram pelo Tinder. Para mim não funciona em relação a encontrar uma pessoa pra ter um relacionamento, porque o Tinder a primeira vista, só pode oferecer a foto e alguns poucos gostos pessoais da pessoa. Percebi que o meu critério de beleza não é muito confiável, as pessoas que eu acho bonitas, não necessariamente são as pessoas que eu quero me relacionar, ou até mesmo sair. Já saí com muitos caras usando esse critério errado, e eram pessoas que não tinham simplesmente NADA a ver comigo. O que mais importa pra mim, nem que seja num encontro breve, de uma noite, é pelo menos ter alguma química com a pessoa e não é sempre que bate essa química. Mesmo que vc sinta afeição pela pessoa conversando pelo app, pelo whats, por ligação, é diferente de estar perto e só estando perto pra saber. Então eu acho que o Tinder acaba oferecendo a mesma coisa que a vida real, só que na vida real as coisas são mais diretas e mais intensas – até pq na maioria das vezes as conversas do Tinder morrem do nada, a pessoa some, é muita banalização do ato de se relacionar. É um horror!  Acho que eu já usei muito e não tenho mais paciência.

3. SOFRIMENTO PRA SER LINDA

Outra coisa que eu me desapeguei nesses últimos anos foi aquela vaidade que passa por cima de qualquer coisa. Eu sou uma pessoa vaidosa, gosto de me cuidar, gosto de estar bonita, me sentir bonita, mas se eu tiver que sofrer pra ficar mais bonita, eu não faço. Salto alto é uma coisa que eu não uso. A última vez que eu usei salto, foi no casamento da minha prima, no começo do ano passado. Eu só uso salto em casamento mesmo, pq não tem outra opção, nem na minha formatura eu usei salto, desci as escadas do salão descalça com o sapato na mão. Não tenho mais feito nada no cabelo que possa agredir meu cabelo. Quem me conhece sabe que eu já tive cabelo de todas as cores, de todos os jeitos, já descolori muito, já fiz progressiva pra caramba, hoje eu já entendo mais do meu cabelo, já sei que ele não vai ficar bonito se eu maltratar ele. Assim como também não penso em fazer nenhuma cirurgia plástica, ou qualquer tratamento que traga alguma agressão pra mim.

4. APRENDER A DIZER NÃO

Eu tenho pavor de ser vista como uma pessoa desagradável, acho que é meu ascendente em leão. Eu sempre fui dessas que emprestava dinheiro e não aceitava quando a pessoa queria me devolver, patrocinava comes e bebes pra galera, fazia favores ou coisas realmente grandiosas, que muitas vezes eu não queria ou não podia fazer, mas fazia pra manter a boa vizinhança. Só que eu aprendi que essas coisas acabam custando caro, muitas vezes literalmente porque seu dinheiro vai embora e outras porque você vai se perdendo das suas reais necessidades pra atender os outros, e acaba criando uma insatisfação quase insuportável com você mesma. Você acha que está se abrindo pros outros, quando na verdade você tá se fechando ali na sua vaidade, no seu medo, na boa imagem que você quer passar. Não acho que a gente tenha que parar de ser gentis e ser mais egoístas, longe disso, mas acho que aprender a dizer não pras pessoas, até fortalece os laços, a intimidade, porque a pessoa sabe realmente quando pode e quando não pode contar com você – e automaticamente vai impor os limites dela também, o que é muito saudável.

5. ENTENDER QUE PROBLEMAS EXISTEM.

E tudo bem.

E pra você, o que é estar madura ou em uma nova fase?

 


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